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Lamento e Esperança Diane da Morte
Por Daniel Lima
Houve muita discussão diante das mortes em função da operação policial no Rio de Janeiro. Mas qual deve ser a reação dos cristãos?
Como brasileiros, assim como muitos estrangeiros, ainda estamos em choque com a operação policial que ocorreu no Rio de Janeiro há alguns dias. Busquei não escrever a respeito até agora para evitar reações descabidas como as que tenho assistido. No entanto, após alguns dias e lendo um pouco mais, creio que estou pronto para compartilhar algumas impressões que, espero, nos ajudem a refletir.
A imagem de Deus e a morte
Por um lado, a morte de qualquer ser humano é trágica (Ezequiel 33.11). Como seguidor de Cristo, eu creio em Gênesis 1.27, texto que afirma que todo homem é feito à imagem de Deus.
Também faz parte de minhas convicções que, com a entrada do pecado no mundo (Gênesis 3), essa imagem de Deus foi distorcida no ser humano a ponto de ficar difícil de reconhecê-la à primeira vista, especialmente diante de alguns relatos de atos bárbaros realizados por traficantes.
Também confesso que, apesar de apoiar ações policiais com uso de força letal, creio que é bem possível que exageros e erros por parte delas tenham ocorrido, posto que são humanos e, no caso, estavam submetidos a situações extremas.
Obediência às autoridades
Por outro lado, não consigo estabelecer uma equivalência ao lamentar da mesma forma a morte de criminosos (fazendo ressalva aos eventuais inocentes que possam ter sido atingidos) e a morte de policiais que morreram cumprindo um papel a eles atribuído pelas autoridades e pela sociedade. Na passagem de Romanos 13.1-7, o apóstolo Paulo escreve sobre o respeito às autoridades constituídas. Reparem especialmente nos versículos 3 e 4:
“Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal.”
É importante destacar que há muitas situações históricas em que as autoridades eram temidas, especialmente em regimes abusivos, injustos e cruéis. Paulo mesmo estava escrevendo sob um regime assim: o Império Romano. E, naquele período, o imperador era Nero, conhecido por sua injustiça e crueldade amplamente documentados.
Existem situações em que, mesmo ao praticar o bem, autoridades devem ser temidas. Este é ocaso quando cristãos são perseguidos oficialmente pelo Estado.
No entanto, mesmo alguém com um pensamento muito alternativo não defenderia os traficantes como um grupo que faz o bem. Estes eram em sua maioria membros de facções criminosas, envolvidos tanto no tráfico de drogas quanto na opressão e no abuso da população daquelas comunidades. Para estes certamente se aplicaria a expressão do versículo 4: a autoridade “não porta a espada sem motivo”.
O dilema fundamental
Tentativas de romantizar o criminoso como uma vítima do sistema obscurece o debate e oculta aspectos fundamenteis do dilema. As circunstâncias são cruéis: o ambiente estimula a criminalidade, e a falta de oportunidade empurra jovens nesta direção, mas esta não é a única resposta, caso contrário teríamos a totalidade daquela população envolvida no crime. Em outras palavras, há opções, ainda que estreitas.
O que essa tragédia evidencia, mais que discussões sobre estratégias policiais, é a falência do ser humano e da sociedade em se autorregular (Romanos 3). Ideologias que ignoram a maldade intrínseca do ser humano acabam por se “encurralar” em contradições como a de defender criminosos.
Já ideologias que ignoram a verdade de que a dignidade do homem advém de sua origem à imagem de Deus, não de suas escolhas morais, acabam desembocando em afirmações tolas como “bandido bom é bandido morto” – sobre isso, recomendo um artigo meu chamado Bandido Bom é Bandido… Redimido.
Quando penso no resultado dessa ação policial, muito embora eu seja um tanto cético, espero que traga um pouco mais de paz às comunidades dominadas pelos criminosos.
Quando penso nos policiais mortos, lamento que exista casos em que a força letal seja necessária e que agentes tenham de pagar o preço.
Quando assisto à briga por ganho político, lamento que tanto um lado quanto o outro ainda escolhem ignorar que a solução passa tanto por responsabilizar criminosos, dando consequências para suas ações, como por investir em ações que gerem transformações reais em nossa sociedade.
Diante disso, e sem ignorar a complexidade do problema, volto a olhar para Jesus.
Daniel Lima
Daniel Lima (D.Min., Fuller Theological Seminary) serviu como pastor em igrejas locais por mais de 25 anos. Também formado em psicologia com mestrado em educação cristã, Daniel foi diretor acadêmico do Seminário Bíblico Palavra da Vida (SBPV) por cinco anos. É autor, preletor e tem exercido um ministério na formação e mentoreamento de pastores. Casado com Ana Paula há mais de 30 anos, tem quatro filhos, dois netos e vive no Rio Grande do Sul desde 1995.
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Megido
Megido é uma cidade bastante mencionada no Antigo Testamento e situada na cordilheira do monte Carmelo. O que podemos aprender com a importância e história desse lugar?
Megido (hoje em dia, Tel Megido) é uma importante cidade do Antigo Testamento situada na cordilheira do monte Carmelo. Ela tem vista para a planície de Esdrelom (vale de Jezreel) e fica a aproximadamente trinta quilômetros a sudeste do moderno porto de Haifa, no norte de Israel.
A planície (vale) separa as cordilheiras do Carmelo e de Samaria, no sul, dos morros ao norte da Galileia. Se a história da terra de Israel fosse comparada ao jogo Banco Imobiliário, o local de Megido seria o espaço mais cobiçado do tabuleiro. Como os agentes imobiliários costumam dizer, a questão mais importante no que diz respeito a propriedade é localização, localização, localização (e isso certamente vale para Megido).
Suponhamos que uma pessoa deseje muito controlar algo, como Megido, na antiguidade. Este lugar deveria ser adquirido simplesmente por ser desejado? O que acontece nessas circunstâncias, quando alguém quer o que Deus deu e ordenou que fosse protegido? Obviamente, surge um problema, e o conflito é inevitável. A situação pode até mesmo envolver o coração, a alma, a mente e a força de uma pessoa como o prêmio cobiçado.
A importância de Megido
Megido é uma das localidades mais estratégicas na terra de Israel, pois dali se pode enxergar a passagem mais importante pela cordilheira do monte Carmelo. Sua localização excepcional tornou-a um lugar de conflito para as potências maiores e menores da região. Quem controlasse a antiga Megido poderia dominar as rotas comerciais e de tráfego ao longo da Rodovia Internacional (a Via Maris) que conectava o Egito e a Mesopotâmia. Megido ligava os grandes poderes da antiga Mesopotâmica com o Egito: Assíria, Babilônia e Pérsia. Muitas batalhas importantes aconteceram em Megido, pois a cidade fornecia segurança tanto financeira quanto militar.
A primeira referência história a Megido ocorreu durante o reinado do faraó Tutemés III. Ele conquistou a terra de Israel, e assim começou o domínio egípcio sobre Canaã, o qual continuou por mais de trezentos anos. Tutemés sabia da importância de sua vitória e comentou: “A captura de Megido é a captura de mil cidades”. A imensidão da planície é tão notável que Napoleão supostamente declarou: “Todos os exércitos do mundo poderiam manobrar suas forças nessa vasta planície. […] Não há lugar no mundo mais adequado para a guerra do que esse. […] [Megido] é o campo de batalha mais natural de toda a terra”.
Os habitantes originais de Megido eram os cananeus (Juízes 1.27), que permaneceram na cidade mesmo quando os filisteus a conquistaram, e mantiveram controle até ela ser subjugada pelos israelitas na época do rei Davi. Cerca de setenta anos após Tutemés III, Josué derrotou “o rei de Megido” (Josué 12.21). Deus usou Débora para derrotar os cananeus de Sísera “junto às águas de Megido” (Juízes 5.19-21). A descoberta de estábulos para cavalos em Megido foi atribuída ao rei Salomão, que tinha “quatro mil cavalos em estrebarias, para os seus carros de guerra, e doze mil cavaleiros” (1Reis 4.26; cf. 10.26), e que, aparentemente, mantinha alguns desses carros e cavalos na cidade. Salomão fortificou Megido, reconstruindo suas muralhas: “A razão por que Salomão impôs o trabalho forçado é esta: construir a Casa do Senhor, o seu próprio palácio, a fortaleza de Milo e a muralha de Jerusalém, bem como Hazor, Megido e Gezer” (1Reis 9.15).
O faraó Sisaque invadiu Judá e conquistou Megido em 923 a.C. (1Reis 14.25). Dois reis do reino do norte – Onri e Acabe – reconstruíram sobre ruínas da cidade. A prosperidade econômica e força militar do reino do norte é demonstrada em Megido mais do que em qualquer outra antiga cidade em Israel, o que fica evidente pelas ruínas de impressionantes portões, palácios, estábulos e sistemas de água. Megido era uma importante cidade israelita até 733 a.C., quando foi conquistada pelo rei Tiglate-Pileser III, da Assíria. O rei Acazias de Judá morreu em Megido quando o rei Jeú de Israel liderou uma revolta bem-sucedida (2Reis 9.27). O estimado rei Josias de Judá foi morto ali, em uma batalha com o faraó Neco (2Reis 23.29).
O valor de Megido não pode ser exagerado, e tem uma poderosa palavra de aplicação hoje. A localização estratégica de Megido era motivo de inveja a todos que passavam pela terra de Israel. Sempre que alguém capturava Megido, eles frequentemente a reconstruíam diretamente sobre as ruínas de um período de habitação diferente (o que os arqueólogos chamam de “tel”). Não é de surpreender que, hoje, as ruínas imponentes de Tel Megido forneçam uma vista espetacular do vale de Jezreel. As Escrituras até mesmo profetizam uma batalha futura onde a oposição ao Messias se reunirá no “lugar que em hebraico se chama Armagedom [que significa ‘morro de Megido’]” (Apocalipse 16.16). Megido ficou associada a essa batalha escatológica devido às grandes guerras travadas em seus arredores e em memória do piedoso rei Josias, que foi morto ali. A batalha do Armagedom irá além de Megido, uma vez que é o lugar a partir do qual todos os exércitos da terra se reunirão e avançarão para lutar por toda a terra de Israel.
Isaías profetizou a respeito do Messias vindo “de Edom” (63.1), e o profeta Joel (3.2) disse que “todas as nações” serão trazidas “ao vale de Josafá”, o qual fica próximo de Jerusalém. A batalha final se estenderá a partir de Megido, no norte, até a atual Jordânia, no sul – e através do vale de Josafá perto de Jerusalém, o qual será o principal foco de interesse, uma vez que Deus “ajuntar[á] todas as nações para a batalha contra Jerusalém” (Zacarias 14.2). Muitas fontes judaicas e cristãs consideram “o pranto de Hadade-Rimom” como uma referência ao luto do povo judeu na morte de Josias (Zacarias 12.12), o que antecipa um tempo futuro, quando a nação lamentará pelo Messias assim como lamentou por Josias (v. 10-12). A campanha de Armagedom envolverá muitas batalhas que serão concluídas na segunda vinda do Senhor Jesus Cristo (Apocalipse 16.13-16; 19.11-19).
O fato de que a batalha final está relacionada a Megido (cf. Apocalipse 16.16) é significativo, pois isso traz à mente o topo do monte Carmelo, onde o profeta Elias batalhou contra 450 profetas de Baal. O rei Acabe e a rainha Jezabel promoveram a adoração a Baal em Israel e, desse modo, persuadiram o povo a envolver-se com idolatria sórdida. Em resposta, Elias desafiou o compromisso do povo ao perguntar: “Até quando vocês ficarão pulando de um lado para outro? Se o Senhor é Deus, sigam-no; se é Baal, sigam-no” (1Reis 18.21). Com todo o Israel reunido no monte Carmelo, Elias forçou-os a tomar uma decisão. Eles tinham de escolher ou a Deus, ou a Baal, e não podiam continuar adorando a ambos.
Elias publicamente e voluntariamente colocou Deus à prova. Ele ofereceu aos profetas de Baal uma oportunidade de fazer o seu deus conhecido. Elias fez um altar para o seu sacrifício, e assim também fizeram os profetas de Baal; contudo, Elias invocou o nome do Senhor, enquanto os profetas de Baal invocaram o seu deus. Quem respondesse com fogo, provaria “que é Deus” (v. 24). O deus dos adoradores de Baal não respondeu, então Elias invocou o verdadeiro Deus, para que se revelasse por meio de fogo, o qual caiu do céu e consumiu a oferta e o altar (v. 38). Elias ordenou que os profetas de Baal fossem presos, e eles foram trazidos ao “ribeiro de Quisom” (o vale de Jezreel) e mortos ali (v. 40). O extraordinário triunfo de Elias sobre os profetas de Baal é uma pequena prévia da grande batalha apocalíptica no Armagedom, na qual o poder de Deus será manifestado na destruição dos seus inimigos. Assim como Baal e seus profetas foram conquistados perto de Megido, também Satanás e suas hostes serão derrotados em “Armagedom” (o “monte de Megido”).
Aprendendo com Megido
Qual é a lição de Megido para nós hoje? Primeiro, os israelitas fracassaram em sua missão de expulsar os cananeus de Megido (além de outros lugares). Esses locais ocupavam as principais estradas pelas quais se podia entrar na terra de Israel. Não assumir o controle dessas cidades é equivalente a deixar as portas de casa destrancadas. A transigência de Israel foi desastrosa, precisamente como Deus disse que seria: “… os deuses deles serão uma armadilha para vocês” (Juízes 2.3). O que é incrível é quantos altares permanecem em ruínas em Megido, voltados para o oeste ao invés do leste (na direção do nascer do sol), como Deus havia instruído.
Megido prova que é sempre mais fácil acomodar a cultura do que se opor à sua influência; é sempre mais fácil ser transigente do que guardar a si mesmo como Deus instruiu. As Escrituras fornecem mandamentos específicos para proteger o povo do Senhor de perigos que não são imediatamente evidentes. Certamente, é desafiador obedecer aos mandamentos de Deus, contudo, não é tão difícil quanto os resultados da permissividade.
Semelhantemente aos tempos do antigo Israel, a cultura luta para controlar o coração, a alma, a mente e a força das pessoas (que, por direito, pertencem a Deus). Quando se considera a influência de uma cultura que é frequentemente contrária à vontade de Deus, é ainda mais necessário cuidar “de [nós mesmos] e da doutrina”, como instrui 1Timóteo 4.16. Controlar cidades específicas em Israel significava monitorar pontos importantes de entrada em suas vidas. A questão não era simplesmente militar; antes, era espiritual. De maneira similar, os cristãos precisam guardar os meios vitais de acesso ao seu coração, alma, mente e força.
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Lady Gaga e sua dança do caos
Lady Gaga já é conhecida por fazer representações iluministas em seus Shows, porém dessa vez suas canções subliminares evoluíram e foram de encontro com o livro de Apocalipse. Nela, seus “monstrinhos “, palavra que usa para definir seus fãs, são convidados para dançar no final dos tempos diante de uma terrível tribulação.
As principais mensagens estão no primeiro ato do espetáculo. A primeira canção chama-se “ Bloody Mary” (Maria Sangrenta em tradução livre). Não se trata da mãe de CRISTO, mas de uma entidade que pratica a prostituição sem qualquer pudor. Lady Gaga se transforma em “Bloody Mary” e seus monstrinhos estão todos embaixo do seu vestido vermelho.
Na letra da canção ela diz que não serão julgados os que cometem pecados e não se arrependem, porém quando essa pessoa tiver morrido estará no inferno e ninguém vai chorar por ela e a Maria Sangrenta continuará tragando mais almas para o inferno. Biblicamente falando, nessa primeira dança do caos, Lady Gaga convida a platéia para dançar na prostituição de Jezabel:
“Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria.” (Apocalipse 2 : 20)
A dança do caos continua e agora uma nova mulher de vermelho surge na canção “ Abracadabra”. Uma estrofe chama atenção e fala da morte de pessoas por essa mulher que ouvira atentamente as últimas palavras daqueles que vão agonizar:
“Como um poema dito por uma mulher de vermelho/ Você ouve as últimas palavras da sua vida”
E impossível não fazer uma comparação com a babilônia descrita em Apocalipse 17, onde os EUA tem se encaixando perfeitamente nas profecias. Lady Gaga agora convida seus “monstrinhos” para dançar no caos que a babilônia americana promoverá no futuro como descrito em Apocalipse 17:4 :
E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; (Apocalipse 17:4)
As referências bíblicas continuam e agora é a vez da canção Garden of Eden. Gaga convida a multidão para dar uma mordida na maça, representando a neutralidade de escolher entre o bem e o mal e dançar diante desse caos.
A letra é bem objetiva na canção chamada “ Judas”.Embora JESUS tenha virtudes, Lady Gaga prefere amar o sabor do pecado da mentira e traição que representa Judas: “Jesus é a minha virtude/ E Judas é o demônio ao qual me apego”. Dessa forma, a “virtude” se transforma em toda a simbologia que representa Judas o traidor como: traição, mentira….
A canção Poker Face… Claro! Como todo bom pacto com o diabo em busca de fama e riqueza existe a necessidade de sangue e ódio. A letra dessa canção fala exatamente sobre isso:
“Roleta Russa não é a mesma coisa sem uma arma”/“E, querido, se o amor não for violento, não é divertido”
Diante desse clima gótico cheio de morte, a cantora atraiu para o seu próprio Show coisas negativas como a tentativa de atentado. E assim, o avião de Lady Gaga vai embora. E sua conta corrente recheada com milhões gastos pelos políticos cariocas para tentar “alavancar” a economia.
O que ficou foi o caos e os cariocas que agora vão ter que dançar muito para sobrevier diante de tanta violência. Ah Lady Gaga…o seu nome está mais que apropriado. Doida!
https://www.bbc.com/news/articles/c209r5pqzneoLady Gaga esua dança d
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Vivendo em Tempos de Apocalipse
Trecho compilado do blog https://apocalipsetotal.wordpress.com
Ano 2025…praticamente não existe mais igrejas, pelo menos as grandes estão em estágio avançado de putrefação. Falsos Apóstolos, Missionários milionários, Bispos….Tantos títulos que escondem o nome de charlatões e hipócritas.
Os donos de grandes igrejas aguardam no conforto e riqueza de seus lares o aumento dos números da conta corrente. A mágica acontece diariamente e quando se acumula muito capital está na hora de trocar de jato, iate, carro, helicóptero…A revolta é grande, mas infelizmente não se pode condená-los. Gostaria de ver todos na cadeia ou até algo pior, mas isso jamais acontecerá. Justiça nesse mundo e algo raro, especialmente para religiosos ricos.
Resta observar o mundo com total impotência. Mesmo se tendo pouco ainda dá para ajudar quem está passando fome (melhor servir do que ser servido disse CRISTO), mas políticos em especial não fazem sua parte, muito pelo contrário as grandes capitais como São Paulo se transformaram em uma grande cidade mendigos, sem tetos e viciados.
A igreja se foi, os amigos se foram , nem a vida ou a morte permanece . A solidão, o abandono, a velhice e a depressão finalmente chegaram. Resta ao espírito vagar errante pela terra cheio de lágrimas. Nem mesmo olhando para o céu encontra o consolo. Lá está o trono de DEUS e quatro cavaleiros do Apocalipse. Trono assustador! Os cavalos trazem peste, fome, guerra, sangue, miséria e um “cristo genérico”…
segunda-feira, 7 de abril de 2025
sexta-feira, 4 de abril de 2025
80 Razões Pelas Quais o Crente Não Pode Perder a Salvação
01. Gênesis 7:16 - Sendo a arca um tipo de Cristo (IPe.3:20,21; Rm.3:6:4), o crente está seguro nele (Cl.3:3; Ap.3:7).
02. Efésios 4:30 - O crente está selado no Espirito Santo (Ef.1:13; IITm.2:19), e este selo é inviolável e irrevogável (Es.8:8; Dn.6:12).
03. II Coríntios 1:22 - O crente tem o penhor do Espirito Santo como garantia segura e inabalável (IICo.5:5).
04. Gálatas 3:15 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão (Gl.3:29), uma aliança irrevogável.
05. I Coríntios 11:25 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança incondicional, selada com sangue (Jr.34:18, 19; Gn.15:12-21), e não com sapato (Rt.4:7,8) ou com sal (Nm.18:19; Lv.2:13).
06. Gênesis 15:12 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança unilateral (o rompimento da aliança só seria possível se Deus morresse).
07. Jeremias 31:31-33 - Mediante a nova aliança (com sangue), o temor do Senhor é insuflado no coração do crente (Jr.32:39,40) para que não se aparte de Deus (Hb.3:12;8:8-13; Ez.36:26,27).
08. Salmos 12:7 - O crente é guardado por Deus, do mal que há no mundo.
09. Salmos 17:8 - O crente é guardado por Deus como a menina dos Seus olhos.
10. Salmos 25:20 - A alma do crente é guardado por Deus (Sl.97:10).
11. Salmos 37:28 - O crente é preservado para sempre.
12. Salmos 12l:5-8 - O Senhor guarda o crente; guarda a sua alma de todo o mal; guarda a sua saída; guarda a sua entrada; e o guarda para sempre.
13. Salmos 145:20 - O Senhor guarda os crentes que O amam.
14. Jeremias 31:3 - O amor de Deus para com o crente é eterno.
15. Jó 5:19 - O crente é guardado do mal (Sl.91: Jo.17:9-26).
16. I João 5:18 - O crente é guardado do maligno (IITs.3:3; Jr.31:11).
17. Judas 24 - O crente é guardado para não tropeçar (ISm.2:9; Is.63:13).
18. João 11:9 - A fé do crente não lhe permite tropeçar (Rm.9:31-33).
19. Provérbios 10:25 - O crente tem perpétuo fundamento (IITm.2:19; ICo.3:11).
20. I Pedro 1:5 - O crente é guardado pela fé no poder de Deus.
21. Hebreus 12:2 - Jesus é o Autor da fé, e por isso, o crente não pode perdê-la (Fp.1:29; ICo.3:5; At.18:27; Gl.5:22; IITs.3:2).
22. Romanos 16:25 - O crente é guardado pelo poder de Deus (IITm.1:12; Jd.24).
23. Hebreus 6:17 - A salvação do crente se fundamenta em duas coisas imutáveis: a) a promessa (Js.21:45; At.13:32; IICo.1:20; Ef.3:6; Hb.9:14,15;10:23; IJo.2:25); b) o juramento (Hb.6:16). Só a promessa, sem o juramento já era em si mesma suficiente, mas Deus querendo mostrar a imutabilidade daquilo que Ele decretou, foi além da promessa, fazendo juramento. E Deus foi ainda mais além quando jurou pelo Seu próprio nome, porque não havia outro nome superior ao Seu (Hb.6:13,16; Jr.44:26;Nm.23:19).
24. Salmos 37:33 - O crente jamais será condenado (Sl.89:30-35; ICo.11:32).
25. Salmos 37:23,24 - Se o crente cair, não ficará prostrado (Sl.145:14; Pv.24:16; Jó 4:4; Rm.14:4;Mq.7:8).
26. Salmos 121:3 - O crente pode cair da graça (Gl.5:4), mas jamais cairá para a perdição (Sl.17:5;66:9).
27. Isaías 46:3,4 - O crente é conduzido por Deus até o fim (Sl.121:8).
28. I Coríntios 10:13 - A tentação não pode condenar o crente (Rm.6:14,18; IIPe.2:9).
29. João 4:14 - O crente jamais terá sede (Lc.16:24).
30. João 5:24 - O crente já passou da morte para a vida.
31. Romanos 6:8,9 - O crente já morreu com Cristo (IITm.2:11).
32. I Pedro 1:3,4 - O crente foi regenerado para uma viva esperança.
33. I Pedro 1:23 - O crente foi regenerado pela Palavra de Deus.
34. I João 3:9 - O crente foi regenerado pelo Espirito Santo (Jo.3:5; Tt.3:5).
35. João 6:37-40 - O crente jamais será lançado fora.
36. João 6:47 - O crente já possui a vida eterna (IJo.5:11-13; ITm.6:12).
37. João 10:28 - O crente não pode ser arrancado da mão do Filho.
38. João 10:29 - O crente não pode ser arrancado da mão do Pai.
39. Lucas 15:3-10 - Há alegria no céu por um pecador que se arrepende.
40. João 10:27 - O crente é conhecido do Senhor (Jo.10:14; IITm.2:19; ICo.8:3; Gl.4:9; Mt.7:21-23).
41. Mateus 28:20 - Jesus está com o crente todos os dias até o fim dos séculos.
42. Romanos 8:1 - Nenhuma condenação há para o crente (Rm.8:33,34).
43. Romanos 8:30 - Sendo justificado, o crente também será glorificado.
44. Romanos 8:28 - Todas as coisas cooperam para o bem do crente (Gn.50:20).
45. Romanos 8:35-39 - Nada poderá separar o crente do amor de Deus (Jo.13:1).
46. I Coríntios 3:15 - O crente infiel será salvo como pelo fogo (ICo.5:1-5;11:29-32).
47. I Coríntios 1:8 - O crente será confirmado até o fim (Rm.16:25; IITs.3:3).
48. Filipenses 1:6 - Deus mesmo terminará a obra no crente (Fp.2:13).
49. Colossenses 3:3 - A vida do crente está escondida com Cristo em Deus.
50. Efésios 5:27 - A igreja será sempre irrepreensível (IICo.11:2; ICo.12:26,27).
51. I Tessalonicenses 5:1-10 - O crente não será surpreendido na vinda do Senhor.
52. II Timóteo 2:13 - O crente infiel será salvo pela fidelidade de Deus (Rm.3:3).
53. Hebreus 13:5 - O crente jamais será abandonado por Deus.
54. I João 5:1 - O crente é nascido de Deus, e não pode "desnascer"
55. I Pedro 1:4 - O crente possui a natureza divina.
56. Romanos 8:9-11 - O crente é propriedade de Cristo (ICo.6:19,20).
57. I Tessalonicenses 5:23,24 - O crente é conservado irrepreensível.
58. I João 5:16 - O crente não pode pecar para a morte eterna (IJo.3:9;5:18).
59. I Coríntios 12:3 - O crente não pode blasfemar contra o Espírito Santo (Mt.12:32; Mc.9:39,40;Lc.11:23; IJo.5:10; Jo.3:33).
60. I João 2:19 - O crente é perseverante na fé (Mt.10:22;24:13; IIJo.9; Ap.13:10;14:12).
61. João 10:26 - O crente é ovelha e não porca lavada (IIPe.2:20-22).
62. João 13:10 - O crente já está limpo do seu pecado (Jo.15:3).
63. I Coríntios 1:30 - Cristo é a justiça do crente.
64. I Coríntios 1:30 - Cristo é a santificação do crente.
65. I Coríntios 1:30 - Cristo é a redenção do crente.
66. Salmos 25:20 - Deus é o refúgio do crente (Hb.6:18).
67. I João 2:22,23 - O crente não pode negar o filho (Mt.10:33; IITm.2:12).
68. Romanos 8:37 - O crente sempre será vencedor (Jo.16:33; Ap.2:7,11,17,26;3:5,12,21).
69. I João 5:4 - O crente vence o mundo.
70. I João 2:14 - O crente vence o diabo (IJo.4:4; Ap.12:11).
71. Romanos 6:14 - O crente vence o pecado (a carne).
72. Romanos 11:29 - O dom de Deus é irrevogável.
73. João 19:30 - Todo o pecado do crente está consumado.
74. Gálatas 3:13 - O crente foi resgatado para sempre da maldição da lei.
75. Apocalipse 5:9 - O crente foi comprado com sangue (ICo.6:20;7:23; IPe.1:18,19).
76. Salmos 90:17 - É Deus quem efetua a obra no crente (Jo.3:21; Ef.3:20; Is.26:12;64:4; Fp.2:13).
77. João 17:20 - Cristo intercedeu pelos crentes, e continua intercedendo (Hb.7:25; IJo.2:1; Rm.8:34).
78. Romanos 8:26,27 - O Espírito Santo intercede pelo crente.
79. II Coríntios 1:20 - Jesus é o "Amém" das promessas de Deus (Jo.6:47).
80. I Pedro 4:1 - O crente já cessou do pecado (Rm.6:14; IJo.3:9).
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quinta-feira, 9 de janeiro de 2025
quarta-feira, 8 de janeiro de 2025
Cremos:
1) Na plena e verbal inspiração da Bíblia, do Antigo e do Novo Testamento, que não há erro nem contradição nas Sagradas Escrituras. Cremos que as Escrituras são a autoridade suprema e final em matéria de fé e de prática. [2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:19-21].
2) Em um Deus, o Criador e Dominador do universo, existindo em uma Trindade divina e incompreensível — Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo — cada um dos quais possui perfeição e personalidade divinas. [João 1:1; 1 João 5:9; 2 Coríntios 13:14].
3) Que Jesus Cristo foi gerado pelo Espírito Santo, nasceu da virgem Maria. Ele é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. [Lucas 1:35; Isaías 7:14; 1 João 5:20].
4) Que o homem foi criado à imagem de Deus; que ele pecou, e, portanto, incorreu não somente na morte física, mas também em morte espiritual, que é a separação de Deus; e que todos os seres humanos nascem com uma natureza pecaminosa e, ao atingir a responsabilidade moral, tornam-se pecadores em pensamento, palavras e ações. [Gênesis 1:26-27; Romanos 5:12, 19; Gênesis 3:3].
5) Que o Senhor Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, como um sacrifício representativo e substitutivo e que todos aqueles que nele crêem são justificados pelo seu sangue derramado. [1 Coríntios 15:3-4; Romanos 5:1; 9, 18-19; Hebreus 9:22].
6) Na ressurreição do corpo crucificado de nosso Senhor, na sua ascensão aos céus, e em sua vida ali agora como nosso sumo sacerdote e advogado. [Mateus 28:6-7; Lucas 24:39; João 20:21; Atos 1:9-11].
7) No iminente retorno pessoal de Jesus Cristo para buscar sua igreja, antes da tribulação; que nesse momento os mortos em Jesus Cristo serão ressuscitados em corpos glorificados e os vivos receberão corpos glorificados sem passar pela morte e serão levados pelos ares antes do início da septuagésima semana de Daniel; cremos também que a tribulação, que começará após o arrebatamento da igreja culminará com a vinda de Jesus Cristo em poder e grande glória para sentar-se no trono de Davi e estabelecer o reino milenar. [1 Tessalonicenses 4:13-18; 1 Coríntios 15:51-58; Apocalipse 19:11-20:4].
8) Que aqueles que recebem pela fé o Senhor Jesus Cristo nascem de novo do Espírito Santo e, portanto, tornam-se Filhos de Deus. [João 10:27-28; 1 João 5:1; João 1:12].
9) Que todos aqueles que são verdadeiramente nascidos de novo são guardados por Deus o Pai para Jesus Cristo. [Filipenses 1:6; João 10:28-29; Romanos 8:35-39].
10) Na ressurreição física dos justos e dos injustos, na bênção eterna dos salvos e na punição eterna para os perdidos. [1 Coríntios 15:51-53; João 5:25,29].
11) Na personalidade de Satanás, que é o deus deste século e detentor dos poderes das trevas; ele está destinado ao julgamento da justiça eterna no lago de fogo. [Mateus 4:1-3; 2 Coríntios 4:3-4].
12) No relato da criação do Gênesis; que o homem veio a existir por criação direta de Deus e não por evolução. [Gênesis 1 e 2; João 1:3; Colossenses 1:16-17].
13) Que a ceia do Senhor é a celebração da sua morte até que ele venha e sempre deve ser precedida por um solene exame individual. [1 Coríntios 11:23-31].
14) Que o batismo por imersão é a forma correta da representação da nossa morte para o pecado e a ressurreição para uma nova vida em Jesus Cristo. [Atos 8:36, 38-39; Romanos 6:3-5].
15) Separação
A. Separação Pessoal — Que todos os crentes em nosso Senhor Jesus Cristo são chamados para uma vida de separação das práticas mundanas e pecaminosas e devem abster-se dos entretenimentos e hábitos que possam levar os outros a tropeçarem ou envergonhar a cruz de Jesus Cristo. [2 Coríntios 6:14-18; Colossenses 3:1-12; Romanos 12:1-2].
B. Separação Eclesiástica — Que a igreja não deve cooperar ou associar-se com qualquer igreja envolvida com o Movimento Ecumênico, ou com qualquer igreja que coloque uma maior ênfase no evangelho "social" que no evangelho bíblico histórico. [João 17; 2 Coríntios 6:14-18; Mateus 22:21].
16) Que a missão suprema do povo de Deus nesta época é pregar o evangelho a toda criatura. [Mateus 28:16-20; Atos 1:8].
17) Que o único método correto de financiar a obra da igreja cristã é a livre doação das pessoas, conforme Deus colocar no coração delas. [1 Coríntios 16:1-2; 2 Coríntios 9:6-7].
18) Que Deus é soberano na concessão dos dons; e que os dons de evangelismo, pastor e mestre são suficientes para o aperfeiçoamento dos santos hoje; e que o falar em línguas e a operação de sinais e milagres cessaram gradualmente à medida que as Escrituras do Novo Testamento foram sendo completadas e a autoridade delas ficou estabelecida. [1 Coríntios 12:4-11; 2 Coríntios 12:12; Efésios 4:7-12].
19) Cremos que Deus ouve e responde a oração da fé, de acordo com sua vontade, em favor dos enfermos e dos necessitados. [João 15:7; Tiago 5:13-15; 1 João 5:14-15].
Como cremos que fomos levados pela graça divina a receber o Senhor Jesus Cristo, e, pela influência do Espírito Santo, nos entregarmos a ele, agora, solenemente assumimos o compromisso de, com a ajuda de Deus, caminharmos em amor fraternal; exercitarmos o cuidado e o zelo uns pelos outros, e que com fidelidade advertiremos, repreenderemos e admoestaremos uns aos outros, conforme o caso requeira; que não deixaremos de nos congregar, nem negligenciaremos o grande dever de orar por nós mesmos e pelos outros; que participaremos nas alegrias e que procuraremos com mansidão e simpatia suportar o fardo e as aflições uns dos outros; que conduziremos aquele que estiver sob nosso cuidado na doutrina e admoestação do Senhor; que buscaremos a ajuda divina que nos permita caminhar de forma sóbria e vigilante neste mundo, rejeitando a impiedade e todas as paixões mundanas; que nos esforçaremos juntos no suporte a um ministério evangélico fiel entre nós; que procuraremos ganhar almas para Jesus Cristo, e viver, nas alegrias e nas dificuldades para a glória dele, que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.
terça-feira, 7 de janeiro de 2025
segunda-feira, 6 de janeiro de 2025
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