quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

O Anticristo será Romano

O Anticristo Será Romano Na passagem das 70 semanas de Daniel, Gabriel diz a Daniel que o Anticristo virá do mesmo povo que destruiria Jerusalém e o Templo, o que aconteceu no ano 70 d.C. Todos concordam que foram os romanos que realizaram essa destruição. A passagem se refere ao “príncipe que há de vir” (Dn 9.26). “Ele”, no versículo 27, se refere também ao“príncipe que há de vir” e é uma referência ao futuro Anticristo durante a Tribulação. Assim, esta passagem diz claramente que o Anticristo virá do Império Romano reavivado. “Depois de sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim virá num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele” (Dn 9.26-27). Isto se confirma no livro do Apocalipse, que fala sobre os mesmos impérios e diz: “As sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco. E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição” (Ap 17.9-11). Os sete montes não se referem a Roma, pois o versículo seguinte diz tratar-se de sete reis. A quem eles se referem? Trata-se dos sete reis na história que perseguiram o povo judeu. O primeiro é o Egito, que escravizou Israel. O segundo são aos assírios, que levaram o Reino do Norte ao cativeiro. O livro de Daniel fala sobre o terceiro rei, que foi Nabucodonosor [Império Babilônio], que escravizou o Reino do Sul. O número quatro é o Império Medo-Persa, durante o qual ocorreu o que está relatado no livro de Ester e o povo judeu foi libertado. O quinto se refere aos gregos, à sua tentativa de helenizar os judeus e a perseguição que ocorreu no reinado de Antíoco Epifânio. O sexto se refere a Roma e à destruição de Jerusalém e do Templo sob o domínio do governo romano. Este é o império sobre o qual Apocalipse 17.10 diz “um existe”, uma vez que o Apocalipse foi escrito durante o tempo do Império Romano. Assim, o sétimo rei se refere ao Anticristo, que surgirá do Império Romano reavivado no futuro. O sétimo rei se refere ao Anticristo na primeira metade da Tribulação, enquanto que o oitavo é o Anticristo que foi morto no meio da Tribulação, depois é ressuscitado e provavelmente habitado pelo próprio Satanás. Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite agosto de 2015

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Dom da Comunicação

Sl 19:1.4 "Os céus declaram a glória de Deus... Por toda a terra a sua voz vai para os confins do mundo as suas palavras”. Embora a chamada da cigarra soa como um caos, os investigadores têm vindo recentemente a conhecer estas criaturas incríveis. Elas usam um sistema de comunicação complicado. Cigarras vivem no subsolo por 13 a 17 anos antes de sair para viver poucas semanas para cantar e acasalar antes de morrer. Cigarras bebês se alimentam dos fluidos que correm através das raízes das árvores. Em 4 mil m2 pode ter até 180kg de cigarras bebês enterradas. Uma vez fora do chão, as cigarras se transformam para a fase adulta final e, depois de alguns dias, elas estão prontas para começar o acasalamento. Durante esse tempo eles têm apenas quatro a seis semanas para acasalar antes de morrer. Os machos começam a sua chamada para encontrar uma fêmea apropriada. A chamada inicia-se com som extremado e áspero até um tom mais baixo. Então escute. Se a fêmea está interessada ela vai clicar com suas asas. A fêmea responde e depois de várias negociações bem-sucedidas, o macho muda seu estilo. Se a fêmea responde a esta mudança mais cliques vão permitir que a fêmea se acasale com ele. Os ovos são colocados em galhos. Após o nascimento, os bebês cigarras caem no chão e começam a cavar novamente para iniciar o ciclo de vida. Embora a confusão criada pelas cigarras soe como ruído aleatório, é na verdade, um sistema de comunicação complexo que segue determinadas regras. Os sistemas complexos de comunicação só podem ser o produto de um projetista inteligente, o mesmo Deus Criador, que se revela na Bíblia. Obrigado, querido Pai, pelo dom da comunicação. Amém. Traduzido dos Momentos de La Creacion.

domingo, 30 de agosto de 2015

Pai, o alimento preferido dos filhos.

Uma das coisas mais doloridas é o filho rebelde. Dói na alma e não há remédio que venha amenizar. É no coração, no estomago, na cabeça, nos olhos é tudo por dentro. Por que o Senhor Deus assim o permite que servos venham sofrer com filhos desobedientes? Sejam quantas forem as razões que conseguiremos elencar elas não diminuem a responsabilidade dos filhos. Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo. (II TM 2.13) Somos salvos e redimidos por Cristo, mas quando geramos nossos filhos, são pecadores. Isso faz parte da natureza pecaminosa do homem. Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial; não conheciam ao Senhor. (2 Sm 2.12) É importante que não nos esqueçamos de que a fidelidade para com Deus não é transmitida por genes, enquanto, o pecado é. Creio também, que o Senhor Deus permite filhos desobedientes para que restem menos chances dos pais serem idolatrados. Homens e mulheres fiéis a Deus erram, mesmo no esforço para serem bons pais. A salvação dos pais não é transferida para os filhos. Devemos ensinar nossos filhos. Cada uma deles é responsável pelos caminhos trilhados, pelas decisões e pela obediência ao Deus Criador. Nossas igrejas devem buscar entender que a Obra Salvadora pertence a Deus, e não aos homens. Os filhos de homens fiéis devem de forma pessoal decidir em seguir Jesus Cristo ou continuar na rebeldia. A Palavra de Deus não muda não se altera de acordo com as nossas necessidades e gosto. É obvio que não vamos sair atirando pedras nos rebeldes, conforme orientava o VT (Dt 18.18,21) para os filhos de Israel. A misericórdia de Deus é imensa e pode conceder arrependimento. (At 11.18) A Graça e a Paz do Cristo Jesus esteja conosco, hoje e sempre. (II Co 7.10). Coligida Mário Filho, pr

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Deus está encaixotado?

Não me recordo do que era a propaganda, só sei que dizia: “Não são as respostas que movem o mundo, são as perguntas”. Vi, numa fonte não muito confiável, que essa frase usada numa obra publicitária era do Albert Einstein. É uma boa frase e faz sentido. Todavia, se a isolarmos, podemos concluir erroneamente que as respostas não são importantes. E elas são. Toda interrogação que se levanta anseia por uma exclamação. Logicamente, nem sempre as encontrará, mas está em busca. Afinal, quem estaria disposto a dar uma vida por uma interrogação sabendo que nunca encontraria uma resposta? A humanidade anseia por respostas, e elas têm valor semelhante ao das perguntas. Esse texto surge para contrapor uma ideia que vem sendo propagada na teologia e, através da internet, ganha adeptos nas fileiras das igrejas. Nomes como os de Caio Fábio e Ricardo Gondim[1] ventilam a ideia de que questionar é bem mais válido do que afirmar. Para esses e outros nomes da “teologia do livre pensamento”, termos ou expressões, tais como: soberania divina, inerrância bíblica, ortodoxia, apologética, dogmática e etc., não fazem mais sentido e poderiam até mesmo ser abolidos, pois – como afirmam – não é possível limitar Deus dentro de um sistema teológico. Há uma frase que gostam muito de usar: “Deus não cabe dentro de uma caixa”. Mas, será esse o xis da questão? Antes de abordar o assunto da caixa, gostaria de voltar ao assunto Interrogação X Exclamação. Pois, precisamos desmistificar a superioridade das perguntas em detrimento das respostas. Rubem Alves, falecido recentemente, homem que largou o ministério (era pastor presbiteriano) e costumava vilipendiar a fé protestante, é um dos maiores nomes dessa teologia que despreza proposições. Para ele, os teólogos são como um galo que se vangloriava por achar que o sol dependia do seu canto para nascer. Alves gostava de fazer uso de analogia com aves. Costumava dizer que não era preso em gaiolas douradas[2], e por isso, decidiu voar mais alto, por cima dos dogmas e da religião institucionalizada. Muitos de seus admiradores querem voar também, e para isso, livram-se de todo corpo doutrinário que se baseia em sentenças afirmativas. Mas, o Evangelho embora tenha muito espaço para o questionamento e, seja tolerante para com as dúvidas (Jd 22 diz: tenham compaixão daqueles que duvidam), é uma mensagem que reclama para si o exclusivismo da verdade. E se existe apenas uma verdade, logo todo o restante é mentira. Se o Evangelho é verdadeiro, e só ele o é, logo, todos os demais credos são enganosos, por mais que os seus adeptos sejam sinceros em sua maneira de crer, eles estão crendo numa inverdade. Se isso nos incomoda no cristianismo, deve nos incomodar o fato de Cristo ter feito diversas afirmações dogmáticas acerca do céu e do inferno. Toda vez que Jesus dizia, o “Reino dos Céus é semelhante a...” e toda vez que ele referiu-se a si mesmo como o “Eu sou”, estava sendo dogmático e dando respostas aos questionamentos de seus discípulos e/ou seus adversários.[3] De igual modo, os apóstolos, como podemos ver nas epístolas que compõem o Novo Testamento, falam de maneira proposicional e são bem taxativos. Então, se você considera o dogma uma gaiola e quer voar não sei para onde, saiba que eu prefiro ficar numa gaiola com o ensino de Cristo e dos apóstolos do que experimentar de uma liberdade que me leva para longe de seus princípios. Pois, as suas palavras, são palavras de vida eterna (Jo 6.68). Daí a gente retoma a questão da caixa. Como dito anteriormente, os teólogos liberais dizem que Deus não pode ser encaixotado. Mas eu gostaria de fazer outra pergunta: E se Deus decidiu se encaixotar? Absurdo! Impossível! Talvez não, e eu explico. Há dois termos teológicos usados sobre a divindade, são eles: transcendência e imanência. O primeiro discorre sobre o caráter intangível do ser divino, que está muito aquém da nossa total compreensão. Precisamos ser honestos, não sabemos tudo acerca de Deus. Há muitas coisas que não conseguimos entender. Mas, como cristão apenas temos fé. Por exemplo: Trindade. Há diversas explicações sobre ela. Tertuliano sentenciou: “três pessoas, uma substância” de modo que Deus é único, mas Ele é três pessoas. Isso está muito além de nosso intelecto. Apenas cremos e devemos crer. O segundo termo, imanência, refere-se à forma como esse Deus transcendente se relaciona com os homens, um relacionamento revelacional. Deus se revela e intervém na história humana. Imanência é isso. E como Ele se revela? Existe uma dupla revelação: a Geral (Natureza) e a Especial (o Filho e as Escrituras). Deus se revela através das obras de Suas mãos e através da Palavra. Esta segunda, mais específica, se deu de maneira processual. Tomemos por exemplo, o Tabernáculo e a Arca da Aliança. Neles, habitava a presença e a glória de Deus. Mas sabemos que os objetos não continham Deus. Todavia, quando a Sua glória enchia o lugar Santíssimo, não há dúvidas de que Ele estava presente naquele recinto. Deus é bem maior que o santuário e bem maior que a Arca. Mas, Ele se revelou através deles e também se fez sentir presente entre a congregação de Israel. E nessa revelação processual o ápice é o Cristo na forma humana. Ele era totalmente divino, mesmo quando um bebezinho carregado por Maria de um lado para outro. Podemos limitar a grandeza divina a um corpo de uma criança? Não! Mas, quis Deus se revelar assim ao mundo, esvaziando a si mesmo para habitar entre nós (ver Fl 2.5-11), não deixando de ser Deus. Aonde quero chegar com isso? Quero chegar até à Bíblia e até as informações que ela nos fornece sobre o Divino. Obviamente o SENHOR é bem maior, no entanto, quis Ele deixar este conhecimento fixo, que não pode sofrer acréscimos, para que os homens tivessem noção de quem Ele é, e de tabela descobrissem também algo sobre si, ou seja, que são pecadores que se encontram sobre a Ira divina, necessitados da graça para obter o perdão de seus pecados, e consequentemente a salvação. Aprouve ao Soberano deixar-nos um livro sagrado que nos conte aquilo que precisamos saber. A Bíblia não nos fornece todas as informações sobre Deus. Mas, ela nos dá as informações que são necessárias. Se quiserem tratar as Escrituras, isto é, o seu conteúdo, como uma caixa, que seja, Deus quis se encaixotar e se encaixotou. Para concluir, direciono esse texto a você que está deslumbrado com essa teologia das interrogações. Já diz a máxima: “sem um caminho a seguir, qualquer caminho serve”. Esta frase é dita pelo gato, da obra “Alice no País das Maravilhas”. Portanto, cuidado com esse perguntado sem fim que não leva a lugar (resposta) algum. Se você é nascido nos anos de 1980, como eu, deve lembrar-se do desenho animado “Caverna do Dragão”. Nele, as crianças perdidas num mundo paralelo queriam saber o caminho de volta para casa. O Mestre dos Magos, um guia sábio e eloquente, nunca lhes dava uma resposta direta (dogmática), e com isso, os garotos nunca encontravam a passagem de volta ao lar. Pense nisso! __________ Notas: [1] Citando apenas dois nomes nacionais e excluindo nomes norte-americanos do movimento “Igreja Emergente” tais como o Rob Bell. [2] Esta ideia do Rubem Alves está no livro Religião e Repressão, antes chamado Protestantismo e Repressão, da Editora Loyola. [3] Exemplos: Em João 14.6 é uma declaração exclusivista. Jesus é o único caminho para o Pai. E em João 3.18 a ênfase é na condenação de quem não crê nele. Thiago Oliveira Divulgação: Bereianos

segunda-feira, 2 de março de 2015

Se o que ocorre em grande parte das denominações não é verdadeiro, quem faz então e por que Deus permite?

Se você crê e quer seguir tudo que a Palavra de Deus proclama, especialmente no NT, então, há que se saber que na nossa era não existe homens com dons de curas, idiomas (sem tê-los estudado) e profecias, e outros. Estes dons identificavam os homens escolhidos pelo próprio Senhor Jesus Cristo durante seu ministério na terra, com exceção de Paulo que foi chamado pelo Senhor já glorificado. Foram oitenta e três os chamados: doze apóstolos, mais os setenta e por último Paulo. Note que todos eram Judeus, sexo masculino e de antes da Dispersão no ano 70DC. Quanto a Cornélio, falou em idioma humano e com os apóstolos e judeus presentes. O dom de idiomas ocorreu na presença de judeus descrentes a serem convertidos, antes da Dispersão no ano 70 dC. Quem então hoje comanda as profecias, curas, línguas em tantas denominações e compreender casos difíceis de serem explicados? Não se esqueça de que se o sobrenatural acontece primeiro devemos constatar se realmente é milagroso ou enganoso. Esteja atento, quando houver o sobrenatural lembre-se que existem dois reinos espirituais: o reino de Deus e do mal que sempre é contrário a alguma parte da Palavra e então contrário ao Senhor. Aquele que diz manejar os dons à sua vontade e deleite ou está em estado carnal ou sofre de danos mentais e emocionais; existe a possibilidade de ser induzido por pressões como: hipnotismo, comportamento grupal, imitação de comportamentos. Outra situação comum é o elemento estar sob a influência de demônios e anjos caídos a serviço de Satã, enganadores ao extremo. Outra condição, pior, é a falta da verdade e a pessoa é astuta, fraudulenta e cheia de truques, arrastando multidões ao engano. Problema não está em Deus permitir ou não, o problema está em nós se queremos a verdade, agradecidos e dispostos a obedecer. O nosso coração nós é por armadilha (Jr 17.9) quando queremos aquilo que nos agrada e satisfaz. Nosso Senhor, Jesus Cristo, nos fez conhecer como seria o povo da nossa época. (2 Tm 4.3 e 2 Ts 2.3) Não, não é Deus que é omisso. Ele continua batendo a porta e querendo entrar. Nós queremos as fábulas e tudo àquilo que nos dê esperança, mesmo que sejam falsas. Pense: como a Igreja viveu por mais de 1800 anos sem esses dons, não era ela então espiritual e submissa ao Senhor?

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Cinquenta Coisas Que Devemos Saber Sobre Línguas E Cura

01. - Os judeus, como nação, iniciaram com sinais. (Romanos 4:11; Êxodo 4:8, 9, 17, 28, 30; 7:3; 8:23; 10:1-2; 13:9; 31:13, 17; Deuteronômio 4:34; 6:22). 02. - Os judeus do Velho Testamento viviam em função de sinais. (Deuteronômio 11:18; Josué 4:6; 1 Samuel 10:7; 2 Reis 19:29; Isaías 7:14 38:7, 22; Ezequiel 4:3; 20:12-20). 03. - Os judeus exigiam sinais do Senhor Jesus Cristo. Mateus 12:38; 16:1-4; 24:3; João 2:18; 6:30). 04. - Os judeus pedem um sinal, não os gentios. (1 Coríntios 1:22: João 4:48). 05. - Conforme o Senhor Jesus Cristo, os dons de línguas e cura são sinais (Marcos 16:16-20). 06. - Estes sinais tinham o propósito de confirmar a palavra de Deus. (Atos 14:3; Hebreus 2:3-4). 07. - Estes sinais são mencionados no tempo passado, na 2 Coríntios 12:12 e em Hebreus 2:3-4, não no tempo presente nem futuro. 08. - Os que ainda buscam sinais e maravilhas, hoje em dia, estão pisando em terreno perigoso, pois o Anticristo enganará o mundo com sinais e maravilhas (Apocalipse 13:13-14; 2 Tessalonicenses 2:8-12). 09. - O Senhor Jesus Cristo disse que “uma geração má e adúltera pede um sinal”. (Mateus 12:39). 10. - A Bíblia fala sobre vários dons espirituais para os crentes, mas as línguas e sinais nunca são enfatizados mais do que os outros dons (1 Coríntios 12:4-11). 11. - Os dons de línguas e cura não eram considerados os melhores dons (1 Coríntios 12:28-31). 12. - Os dons de cura foram um sinal (Mateus 16:17-18; Êxodo 4:6-8; 2 Reis 20:8-9). 13. - Não é a vontade de Deus que todos os cristãos sejam curados (2 Coríntios 12:5-10). 14. - O Apóstolo Paulo não pôde curar a si mesmo (2 Coríntios 12:5-10). 15. - Quase no final do seu ministério, Paulo não pôde curar Trófimo (2 Timóteo 4:20). 16. - Em vez de curar Timóteo, Paulo lhe deu um conselho médico. (1 Timóteo 5:23). 17. - Ao contrário dos curandeiros modernos, as “ofertas de amor” e as “ofertas de fé” não faziam parte dos ministérios de cura dos discípulos (Mateus 10:8-9). 18. - Um cristão que não confessou os seus pecados nem deles se arrependeu não tem razão de esperar que Deus o cure de coisa alguma (Salmos 6:1-4; 41:4; 2 Crônicas 7:14; Oséias 5:10-13; 1 Coríntios 11:29-32; Tiago 5:14-16; 1 João 1:7-10). 19. - Se os modernos curandeiros da fé possuem de fato o dom de curar, então por que não comprovam o seu ministério, visitando hospitais e casas de repouso, para curar os enfermos, em vez de escrever livros, fazer reuniões de cura e pedir dinheiro na TV e no rádio? (2 Timóteo 4:5; Mateus 10:8-16; 1 Timóteo 6:5-10). 20. - Satanás tem o poder de curar e isto levará milhões a apostatarem, no futuro período da Tribulação. (Apocalipse 134:1-4, 12). 21. - O dom de línguas foi dado como um sinal. (Marcos 16:17; 1 Coríntios 14:22). 22. - O dom de línguas foi uma habilidade sobrenatural de alguns cristãos para falarem em línguas estrangeiras, na presença dos judeus incrédulos. (Atos 2:7-11). 23. - Deus nunca ordenou nem fez com que os cristãos falassem em línguas desconhecidas (Marcos 16:17; Atos 2:4; 1 Coríntios 12:10; 1 Coríntios 14). 24. - A Bíblia não afirma uma vez sequer que as línguas sejam evidência do batismo do Espírito Santo. 25. - Não existe batismo do Espírito Santo em 1 Coríntios 14. 26. - Paulo disse que os verdadeiros cristãos foram batizados no corpo de Cristo pelo Espírito Santo (1 Coríntios 12:13), mas todos os cristãos não falaram em línguas (1 Coríntios 12:29-31). 27. - A Bíblia nunca diz que o batismo do Espírito Santo seja uma segunda experiência ou bênção do cristão. 28. - O batismo de fogo é a condenação dos ímpios no inferno (Mateus 3:11-12), não estar “no fogo do Senhor”. 29 - Atos 2:3 fala de “línguas repartidas, como que de fogo”, mas o Livro de Atos nada diz sobre línguas de fogo ou batismo de fogo. 30. - Se alguém não tem o espírito de Cristo, nada tem a ver com o batismo do Espírito Santo, pois ele nem mesmo pertence a Cristo (Romanos 8:9). 31. - O Pentecoste nunca foi um movimento religioso nem uma experiência religiosa. Era um dia de festa judaica, a qual acontecia 50 dias após a Páscoa. (Levítico 23:15-22). 32. - Jesus disse que quando Ele viesse (o Espírito Santo), não falaria de Si mesmo, mas glorificaria Cristo (João 16:13-14). 33. - A nenhum cristão na Bíblia é dito para orar, pregar, cantar ou louvar a Deus em línguas. 34. - Os discípulos receberam o Espírito Santo em João 20:22, porém não falaram em línguas, quando isto aconteceu. 35. - Encher-se do Espírito Santo, conforme Atos 4:31 e Efésios 5:18-20, não inclui o falar em línguas. 36. - Quando fala dos dons espirituais em Efésios 4:8-12, Paulo não menciona as línguas. 37. - Houve apenas três casos no Livro de Atos em que as pessoas falaram em línguas (não em línguas desconhecidas) e estas línguas eram sempre um sinal, porque os judeus pedem um sinal (Atos 2:1-11; 10:44-46; 19:6-8; 1 Coríntios 1:22; 14:22). 38 - A primeira e a última chuvas de Joel nada têm a ver com Atos 2 nem com o atual moderno Movimento Carismático, porque a chuva de Joel 2 é literalmente chuva molhada, vinda do céu de Israel (Joel 2:1-31). 39. - As línguas nem sequer são mencionadas na lista dos dons espirituais, em Romanos 12:6-8. 40. - Embora as línguas (não línguas desconhecidas) fossem permitidas em 1 Coríntios 14 (porque havia judeus na sinagoga de Corinto - Atos 18:1-4), elas não eram encorajadas, pois as línguas não edificavam a igreja (1 Coríntios 14:4-5, 26). 41. - É melhor falar cinco palavras claramente do que dez mil em língua desconhecida (1 Coríntios 14:19). 42. - A não mais que três pessoas era permitido falar em línguas na reunião da igreja e somente uma, de cada vez, poderia falar. (1 Coríntios 14:27). 43. - A ninguém era permitido falar em línguas na igreja, sem que houvesse um intérprete (1Coríntios 14:27-28). 44. - As mulheres não tinham permissão de falar em línguas na igreja (1 Coríntios 14:34-35). 45. - Os que falavam em línguas (línguas estrangeiras) tinham domínio sobre o seu próprio espírito. (1 Coríntios 14:32). 46. - Um homem religioso que não refreia a sua língua engana o seu coração e sua religião é vã (Tiago 1:26). 47. - Muitos espíritos enganadores estão no mundo e o dever de todo cristão é testar os espíritos (1 Timóteo 4:1; 1 João 4:1; Apocalipse 2:2). 48. - A palavra de Deus é a regra pela qual devemos julgar todas as doutrinas (Isaías 8:20; 2 Timóteo 3:16-17). 49. - O homem espiritual discerne bem tudo (1 Coríntios 2:15). 50. - Ensinar a Verdade Bíblica sobre sinais, cura e línguas não significa ser inferior, preconceituoso ou intolerante. É simplesmente uma questão de obedecer à ordem de DIVIDIR CORRETAMENTE a palavra de Deus (2 Timóteo 2:15). James Melton Traduzido por Mary Schultze